domingo, 7 de fevereiro de 2010

Gifs by Oriza - Lindos gifs, poemas, mensagens, recadinhos, scraps

Em matéria afetiva

Sempre é forçoso muito cuidado no trato com os problemas afetivos dos outros, porque muitas vezes os outros, nem de leve, pensam naquilo que possamos pensar.

Os Espíritos adultos sabem que, por enquanto, na Terra, ninguém pode, em sã consciência, traçar a fronteira entre normalidade e anormalidade, nas questões afetivas de sentido profundo.

Os pregadores de moral rigorista, em assuntos de amor, raramente não caem nas situações que condenam.

Toda pessoa que lesa outra, nos compromissos do coração, está fatalmente lesando a si própria.

Respeite as ligações e as separações, entre as pessoas de seu mundo particular, sem estranheza ou censura, de vez que você não lhes conhece as razões e processos de origem.

As suas necessidades de alma, na essência, são muito diversas das necessidades alheias.

No que tange a sofrimentos do amor, só Deus sabe onde estão a queda ou a vitória.

Jamais brinque com os sentimentos do próximo.

Não assuma deveres afetivos que você não possa ou não queira sustentar.

Amor, em sua existência, será aquilo que você fizer dele.

Você receberá, de retorno, tudo o que der aos outros, segundo a lei que nos rege os destinos.

Ante os erros do amor, se você nunca errou por emoção, imaginação, intenção ou ação, atire a primeira pedra, conforme recomenda Jesus.

Xavier, Francisco Cândido. Da obra: Sinal Verde. Ditado pelo Espírito André Luiz. 49 edição. Uberaba-MG: CEC. 2001.

Em seu benefício-André Luiz


Não se agaste com o ignorante; certamente, não dispõe ele das oportunidades que iluminaram seu caminho.

Evite aborrecimento com as pessoas fanatizadas; permanecem no cárcere do exclusivismo e merecem compaixão como qualquer prisioneiro.

Não se perturbe com o malcriado; o irmão intratável tem, na maioria das vezes, o fígado estragado e os nervos doentes.

Ampare o companheiro inseguro; talvez não possua o necessário, quando você detém excessos.

Não se zangue com o ingrato; provavelmente, é desorientado ou inexperiente.

Ajude ao que erra; seus pés pisam o mesmo chão, e, se você tem possibilidades de corrigir, não tem o direito de censurar.

Desculpe o desertor; ele é fraco e mais tarde voltará a lição.

Auxilie o doente; agradeça ao divino poder o equilíbrio que você está conservando.

Esqueça o acusador; ele não conhece o seu caso desde o princípio.

Perdoe ao mau; a vida se encarregará dele.

Do livro: Agenda Cristã
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Nota de coragem




Não te afastes da paciência quando as dificuldades se agravem.
Ainda que provações inesperadas te espanquem o coração,
conserva a serenidade e segue adiante, agindo e servindo.
Pensa nos que perderam a fé e tropeçaram na violência;
medita nos que tombaram em desespero e resvalaram
na loucura.

O verbo que te vergasta pode ser a enfermidade em forma
de insulto e a mão que te golpeia estará provavelmente
sob o impulso das trevas.
Coragem não é revidar, nem cair na exibição de poder.
A coragem verdadeira ergue-se da compreensão e
da bênção, quando o desequilíbrio tente assaltar-te.

Em qualquer circunstância, escora-te no esforço de
resguardar o bem.
Quando estiveres a ponto de pronunciar qualquer frase
irrefletida ou de empreender a mínima ação contra os
outros, ora e silencia, porque o Céu te ouve e
Deus te sustentará.




MEIMEI

EM CASA




Ninguém foge à lei da reencarnação.

Ontem, atraiçoamos a confiança de um companheiro,
induzindo-o à derrocada moral.

Hoje, guardamo-lo na condição do parente difícil,
que nos pede sacrifício incessante.

Ontem, abandonamos a jovem que nos amava,
inclinando-a ao mergulho na lagoa do vício.
Hoje, temo-ia de volta por filha incompreensiva,
necessitada do nosso amor.

Ontem colocamos, o orgulho e a vaidade no peito
de um irmão que nos seguia os exemplos menos
felizes.

Hoje, partilhamos com ele, à feição de esposo
despótico ou de filho problema, o cálice amargo
da redenção.

Ontem, esquecemos compromissos veneráveis,
arrastando alguém ao suicídio.

Hoje, reencontramos esse mesmo alguém na pessoa
de um filhinho, portador de moléstia irreversível,
tutelando-lhe à custa de lágrimas, o trabalho de
reajuste.

Ontem, abandonamos a companheira inexperiente,
a míngua de todo auxílio, situando-a nas garras da
delinqüência.

Hoje, achamo-ia ao nosso lado, na presença da
esposa conturbada e doente, a exigirnos a
permanência, no curso infatigável da tolerância.

Ontem, dilaceramos a alma sensível de pais
afetuosos e devotados, sangrando-lhe o espírito, a
punhaladas de ingratidão.

Hoje, moramos no espinheiro, em forma de lar,
carregando fardos de angústia, a fim de aprender a
plantar carinho e fidelidade.

À frente de toda dificuldade e de toda prova,
abençoa sempre e faze o melhor que possas.

Ajuda aos que te partilham a experiência, ora
pelos que te perseguem, sorri para os que te ferem
e desculpa todos aqueles que te injuriam.

A humildade é chave de nossa libertação.

E, sejam quais sejam os teus obstáculos na
família, é preciso reconhecer que toda construção
moral do Reino de Deus, perante o mundo, começa nos
alicerces invisíveis da luta em casa.

EMMANUEL

Passando pela terra

Sempre útil não te esqueceres de que te encontras em estágio educativo na Terra.
Jornadeando nas trilhas da evolução, não é o tempo que passa por ti, mas, inversamente, és a criatura que passa pelo tempo.
Conserva a esperança em teus apetrechos de viagem.
Caminha trabalhando e fazendo o bem que puderes.
Aceita os companheiros do caminho, qual se mostram, sem exigir-lhes a perfeição da qual todos nos vemos ainda muito distantes.
Suporta as falhas do próximo com paciência, reconhecendo que nós, os espírito ainda vinculados
à Terra, não nos achamos isentos de imperfeições.
Levanta os caídos e ampara os que tropecem.
Não te lamentes.
Habitua-te a facear dificuldades e problemas, de ânimo firme, assimilando-lhes o ensino de que se façam portadores.
Não te detenhas no passado, embora o passado deva ser uma lição inesquecível no arquivo da experiência.
Desculpa, sem condições, quaisquer ofensas, sejam quais sejam, para que consigas avançar, estrada afora, livre do mal.
Auxilia aos outros, quanto estiver ao teu alcance, e repete semelhante benefício, tantas vezes quantas isso te for solicitado.
Não te sirvam de estorvo ao trabalho evolutivo
as calamidades e provas em que te vejas, já que te reconheces passando pela Terra,
a caminho da Vida Maior.
Louva, agradece, abençoa e serve sempre.
E não nos esqueçamos de que as nossas realizações constituem a nossa própria bagagem, onde estivermos, e nem olvidemos que das parcelas de tudo aquilo
que doamos ou fazemos na Terra, teremos a justa equação na Vida Espiritual.

Francisco Cândido Xavier(Emmanuel)

sábado, 6 de fevereiro de 2010





O doador




O gesto de doar é um dos mais lindos aos olhos de Deus.

O doador é alguém que esquece de si mesmo para pensar no outro.

Certa vez, um senhor que estava voltando do laboratório onde costumava doar sangue, foi chamado ao telefone, no seu escritório.

Era a esposa a lhe informar do acidente ocorrido com o filho, que já estava fora de perigo graças à transfusão de sangue, certamente de um doador anônimo.

Naquele momento, o homem se comoveu ao pensar nas outras vidas que o seu sangue já poderia estar salvando.

Esse caso é muito interessante, porque nos demonstra que o bem que promovemos sempre retorna para nós mesmos.

Mas, juntamente com as transfusões sanguíneas, os transplantes de órgãos constituem um dos avanços mais significativos da medicina.

Devido ao progresso tecnológico, hoje em dia, já é possível o transplante de córnea, ossos, pele, cartilagens, vasos e até mesmo de rins, fígado e coração.

Algumas pessoas se mostram preocupadas com a situação do doador após a morte.

Temos aprendido que o Espírito sobrevive à morte e mantém sua aparência, sua psicologia, sua individualidade.

Isto faculta alguns questionamentos:

O Espírito sentirá dores na retirada de órgãos para a doação?

O seu corpo espiritual, o perispírito, ficará mutilado?

Normalmente o ato cirúrgico não implica em dor para o Espírito desencarnado.

A agonia da morte impõe uma espécie de anestesia geral ao doente, com reflexos no Espírito, que tende a dormir nos momentos cruciais da grande transição.

Além disso, o perispírito não sofre mutilação alguma com a doação de órgãos.

Quem deseje doar córneas, por exemplo, não receie ficar cego no mundo espiritual, pois isso não acontece.

O único cuidado que se deve tomar na questão do transplante, é o de não acelerar a morte clínica dos acidentados no ensejo de salvar outras vidas.

Os Espíritos nos ensinam que cada segundo de vida no corpo físico é um instante precioso para o Espírito encarnado.

Pense um pouco nas vidas que você poderia ajudar a salvar, ao doar sangue regularmente, ou ao permitir que, após a sua morte, partes do seu corpo venham a ser úteis para outras pessoas.

* * *

Já nos dizia Francisco de Assis, em sua oração:

Senhor, ajuda-me a perdoar mais do que ser perdoado;

Compreender que ser compreendido;

Amar que ser amado.

Porque é dando que se recebe;

É perdoando que se é perdoado;

É amando que se é amado;

E é morrendo que se nasce para a vida eterna.

Pense nisso, mas pense agora.



Redação do Momento Espírita.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010



"BEZERRA DE MENEZES"....Sobre o Carnaval.
Nossas palavras, são velhas repetições às vésperas desses folguedos que alguns o fazem ingenuamente, embora alcançando dividas certas, e muitos se atordoam contraindo pesados débitos e terríveis companhias espirituais.
Assim, se você preza o tempo que lhe foi concedido para estudar, aprender, amar, evoluir;
se deseja, aproveitar a bênção dos céus,em sua existência;
busque nesses dias as casas de criancinhas abandonadas, necessitadas de amor
Visite as instituições onde estão abrigados os enfermos , e se não for possível ausentar-se do lar, estude a sua Doutrina de Amor, trabalhe escrevendo cartas consoladoras, fazendo preces cristãs , utilizando o seu tempo no convívio de seus Mentores amigos, que o elucidarão em muitas questões.
Caridade para consigo mesmo, cuidando-se para que esses dias sejam de luz em sua vida, em seu lar, em seu caminho e a renovação um fato certo.
Que a bênção do Pai Celestial conceda a você forças e inspiração para o seu programa nesses dias.
"Bezerra de Menezes"
Psicografia de {Francisco Candido Xavier}
Livros:-Garimpeiros do Além
1985. (p. 112-113)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010



sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

SEPARAÇÃO E DIVÓRCIO!

Na sua generalidade, o matrimônio é laboratório de reajustamentos emocionais e oficina de reparação moral, através dos quais Espíritos comprometidos se unem para elevados cometimentos no ministério familial.

Sem dúvida, reencontros de Espíritos afins produzem vida conjugal equilibrada, em clima de contínua ventura, através da qual missionários do saber e da bondade estabelecem a união, objetivando nobres desideratos, em que empenham todas as forças.

Outras vezes, programando a elaboração de uma tarefa relevante para o futuro deles mesmos, se penhoram numa união conjugal que lhes enseje reparação junto aos desafetos e às vítimas indefesas do passado, para cuja necessidade de socorrer e elevar compreendem ser inadiável.

Fundamental, entretanto, em tais conjunturas, a vitória dos cônjuges sobre o egoísmo, granjeando recursos que os credenciem a passos mais largos, na esfera das experiências em comum.

Normalmente, porém, através do consórcio matrimonial, exercitam-se melhor as virtudes morais, que devem ser trabalhadas a beneficio do lar e da compreensão de ambos os comprometidos na empresa redentora. Nessas circunstâncias, a prole, quase sempre vinculada por desajustes pretéritos, é igualmente convocada ao buril da lapidação, na oficina doméstica, de cujos resultados surgem compromissos vários em relação ao futuro individual de cada membro clã, como do grupo em si mesmo.

Atraídos por necessidades redentoras, mas despreparados para elas, os membros do programa afetivo, não poucas vezes, descobrem de imediato a impossibilidade de continuarem juntos.

De certo modo, a precipitação resultante do imediatismo materialista que turba o discernimento, quase sempre pelo desequilíbrio no comportamento sexual, é responsável pelas alianças de sofrimento, cuja harmonia difícil, quase sempre culmina em ódios ominosos ou tragédias lamentáveis.

Indispensável, no matrimônio, não se confundir paixão com amor, interesse sexual com afeição legítima.

Causa preponderante nos desajustes conjugais é o egoísmo, que se concede valores e méritos superlativos em detrimento do parceiro a quem se está vinculado.

Mais fascinados pelas sensações brutalizantes do que pelas emoções enobrecidas, fogem os nubentes desavisados um do outro, a princípio pela imaginação e depois pela atitude, abandonando a tolerância e a compreensão, de pronto iniciando o comércio da animosidade, ou dando corpo às frustrações que degeneram em atritos graves e enfermidades perturbadoras.

Comprometessem-se, realmente, a ajudar-se com lealdade, estruturas sem-se nos elementos das lições evangélicas, compreendessem e aceitassem como legítimas a transitoriedade do corpo e o valor da experiência provacional, e se evitariam incontáveis dramas, inumeráveis desastres do lar, que ora desarticulam as famílias e infelicitam a sociedade.

O casamento é contrato de deveres recíprocos, em que se devem empenhar os contratantes a fim de lograrem o êxito do cometimento.

A sociedade materialista, embora disfarçada de religiosa, facilita o rompimento dos liames que legalizam o desposório por questões de somenos importância, facultando à grande maioria dos comprometidos perseguirem sensações novas, com que desbordam pela via de alucinações decorrentes de sutis como vigorosas obsessões resultantes do comportamento passado e do desassisamento do presente.

O divórcio como o desquite são, em conseqüência, soluções legais para o que moralmente já se encontra separado.

Evidente, que tal situação é sempre meritória, por evitar atitudes mais infelizes que culminam em agravamento de conduta para os implicados na trama dos reajustamentos de que não se evadirão.

Volverão a encontrar-se, sem dúvida, quiçá em posição menos afortunada, oportunamente.

Imprescindível que, antes da atitude definitiva para o desquite ou o divórcio, tudo se envide em prol da reconciliação, ainda mais considerando quanto os filhos merecem que os pais se imponham uma união respeitável, de cujo esforço muito dependerá a felicidade deles.

Períodos difíceis ocorrem em todo e qualquer empreendimento humano.

Na dissolução dos vínculos matrimoniais, o que padeça a prole será considerado como responsabilidade dos genitores, que se somassem esforços poderiam ter contribuído com proficiência, através da renúncia pessoal, para a dita dos filhos.

Se te encontras na difícil conjuntura de uma decisão que implique problema para os teus filhos, pára e medita. Necessitam de ti, mas, também do outro membro-base da família.

Não te precipites, através de soluções que, às vezes, complicam as situações.

Dá tempo a que a outra parte desperte, concedendo-lhe ensancha para o reajustamento.

De tua parte, permanece no posto. Não sejas tu quem tome a decisão.

A humildade e a perseverança no dever conseguem modificar comportamentos, reacendendo a chama do entendimento e do amor, momentaneamente apagada.

Não te apegues ao outro, porém, até a consumação da desgraça.

Se alguém não mais deseja, espontaneamente, seguir contigo, não te transformes em algema ou prisão.

Cada ser ruma pela rota que melhor lhe apraz e vive conforme lhe convém. Estará, porém, onde quer que vá, sob o clima que merece.

Tem paciência e confia em Deus.

Quando se modifica uma circunstância ou muda uma situação, não infiras disso que a vida, a felicidade, se acabaram.

Prossegue animado de que aquilo que hoje não tens será fortuna amanhã em tua vida.

Se estiveres a sós e não dispuseres de forças, concede-te outra oportunidade, que enobrecerás pelo amor e pela dedicação.

Se te encontrares ao lado de um cônjuge difícil, ama-o, assim mesmo, sem deserção, fazendo dele a alma amiga com quem estás incurso pelo pretérito, para a construção de um porvir ditoso que a ambos dará a paz, facultando, desse modo, a outros Espíritos que se revincularão pela carne, a ocasião excelente para a redenção.

Joanna de Angelis

A vida a dois!

175 - O instituto da família é organizado no plano espiritual, antes de projetar-se na Terra?

- O colégio familiar tem suas origens sagradas na esfera espiritual. Em seus laços, reúnem-se todos aqueles que se comprometeram, no além, a desenvolver na Terra uma tarefa construtiva de fraternidade real e definitiva.
Preponderam nesse instituto divino os elos do amor, fundidos nas experiências de outras eras; todavia, aí ocorre igualmente os ódios e as perseguições do pretérito obscuro, a fim de transfundirem em solidariedade fraternal, com vistas ao futuro.
E nas dificuldades provocadas em comum, nas dores e nas experiências recebida na mesma estrada de evolução redentora, que se olvidam as amarguras do passado longínquo, transformando-se todos os sentimentos inferiores em expressões regeneradas e santificantes.
Purificadas as afeições, acima dos laços do sangue, o sagrado instituto da família se perpetua no infinito, através dos laços imperecíveis do espírito.

Do livro o Consolador, pág.107 a 108/ Emmanuel/psicografia de Francisco Cândido Xavier

A vida a dois!

A união do homem com a mulher forma o lar, reduto abençoado e fonte perene de felicidades que todos almejamos. A mulher traz em si o anseio da maternidade, e o homem o desejo de paternidade. E os filhos são verdadeiros tesouros que nos foram confiados pela Providência Divina.

De acordo com os Espíritos Superiores, o casamento é um progresso na marcha da humanidade e, se um dia a sociedade humana chegasse a abolir o casamento, seria uma regressão à vida animal.

A união livre e fortuita dos sexos é um estado natural. O casamento é um dos primeiros atos de progresso da sociedade humana, porque ele estabelece a solidariedade fraternal e se encontra entre todos os povos, ainda que em condições diversas. A abolição do casamento seria o retorno à infância da humanidade, e colocaria o homem abaixo mesmo de certos animais que lhes dão o exemplo de uniões constantes.
No Livro Gênesis está escrito:
"Deixará o homem seu pai e sua mãe, unir-se-á à sua mulher e serão ambos uma só carne"
Portanto, a união do homem com a mulher é algo divino.

Do Livro Retratos de Família, página 38, capítulo 3 - Sergito de Souza Cavalcanti

A importância do Evangelho no lar!

O Evangelho no Lar é uma luz em seu lar.
um evangelho, um livro de mensagens, voce deve escolher um dia na semana, um horario, devendo mante-lo sempre com disciplina e todas as semanas no mesmo dia e mesmo horario, reserve pelo menos de 15 min a meia hora. E se chegar alguma visita, convide ela tambem, mas nunca deixe de faze-lo. Se algum dia nao estiver em casa, de onde estiveres mentalize e faça uma Prece. Persita e tenha fé em Deus. pode colocar um copo com água para cada um para que seja fluidificada.
Inicie com uma oração, pedindo ao Pai proteção e orientação. FAZER A LEITURA. CADA UM deverá fazer comentários sobre o q entendeu do texto q acabou de ler, expondo com amor, e ai, a prece de encerramento e todos poderão tomar a água fluidificada. JESUS REPOUSARÁ EM SEU LAR. TODA A RUA, TODO BAIRRO SE BENEFICIARA DESSA LUZ.
Muita paz

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Quer fazer parte da Campanha? Pegue o seu Selinho no Várias Coisinhas!

DESENCANTO

Também, Senhor, um dia, de alma ansiosa,
Num sonho todo amor, carícia e graça,
Quis encontrar a imagem cor-de-rosa
Da ventura que canta, sonha e passa.

E perquiri a estrada erma e escabrosa,
Perenemente sob a rude ameaça
Da amargura sem termos, angustiosa,
Entre os frios do pranto e da desgraça,

Até que um dia a dor, violentamente,
Fez nascer no meu cérebro demente
Os anelos de morte, cinza e nada.

E no inferno simbólico do Dante,
Vim reencontrar a lagrima triunfante,
Palpitando em minh’alma estraçalhada.

Hermes Fontes
psicografia de
( Chico Xavier )

DEUS E O INFINITO

Quem é Deus?
“Deus é a inteligência suprema, causa primária
de todas as coisas.”
Que se deve entender por infinito?
“O que não tem começo e nem fim: o desconhecido;
tudo o que é desconhecido é infinito.”
Poder-se-ia dizer que Deus é o infinito?
“Definição incompleta. Pobreza da
linguagem humana, insuficiente para definir
o que está acima da linguagem dos homens.”
Deus é infinito em suas perfeições, mas o
infinito é uma abstração. Dizer que Deus é
o infinito é tomar o atributo de uma coisa pela
coisa mesma, é definir uma coisa que não está
conhecida por uma outra que não está
mais do que a primeira.

Allan Kardec

Ao crente

A quem, senão a Ele, o Cristo amado,
Deves tu dedicar os teus momentos,
Se ele encheu os teus pobres pensamentos
De clarões que te fazem deslumbrado?

E na dor e nos próprios sofrimentos,
Lembra sempre o seu vulto imaculado,
Que te faz fervoroso e encorajado,
A ascender teu calvário de tormentos,

Só a piedade do Cristo terna e imensa,
Pode na estrada lúcida da crença
Amparar-te nas provas dolorosas!

E bendize esta dor, pois que os prazeres
São dissimulações dos padeceres
Sobre a Terra de sendas tenebrosas!

Auta de Souza

Psicografia de
( Chico Xavier )

Amor e Humildade



Nós viveremos, universo afora,
Trazendo dentro d’alma a vida acesa
No ritmo da luz da Natureza,
Que é a eterna vibração da eterna aurora.
A dor, somente a dor nos aprimora,
Nos caminhos da prova e da aspereza,
Elevando a nossa alma na grandeza
Da grande claridade redentora.
Somos os lutadores peregrinos,
Sonhando pela estrada dos destinos,
Um castelo de paz, ventura e glórias.
Sabemos do passado envolto em ruínas
Que a luz do amor e as rudes disciplinas,
São as chaves das últimas vitórias.

Raul de Leoni (Soneto psicografado em 1936)